O Pakera que faz alguém esquecer o que ia falar.
Pakeras que não pedem desculpas. Orgulhosamente demais.
O Pakera que faz alguém esquecer o que ia falar.
Pakeras que não pedem desculpas. Orgulhosamente demais.
Quem está dentro sabe primeiro. Sem segunda chance.
PAKERA vive no flerte, no intervalo entre a intenção e o resultado. No olhar de longe que não significa nada e significa tudo. Nos três segundos na frente do espelho antes de sair: quando colocamos um acessório, levantamos o queixo e tomamos uma decisão. De arrasar.
A gente é orgulhosamente “too much”. A gente abraça o exagero do jeito que as telenovelas abraçam a cena do tapa: de propósito, dramático, sem uma nota de vergonha. O kitsch é essencial, mostra personalidade e nós amamos.
Nossos acessórios não são pra ocasiões especiais. Eles são a ocasião. É o motivo de você parecer diferente. É o motivo de alguém ter esquecido o que ia falar quando te viu.
É a versão que você já estava prestes a se tornar. E o acessório é o que faz a diferença.
Aviso: pode causar olhares julgadores